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Biofertilizante Conforto é novidade do maior e mais sustentável confinamento do Brasil para agricultores

Fazenda Conforto

Produto orgânico, fonte de fósforo e altamente tecnológico produzido a partir dos dejetos dos animais confinados, usado há 16 anos para as lavouras próprias, passa a ser disponibilizado ao mercado

A Fazenda Conforto, maior e mais sustentável confinamento do Brasil, com capacidade de produção de mais de 170 mil bovinos por ano, sediada em Nova Crixás (GO), lança ao mercado o BioFertilizante Conforto (Micro e MicroFos), produto orgânico, fonte de fósforo e altamente tecnológico.

Desde 2008, a fazenda produz e utiliza o insumo orgânico, desenvolvido em conjunto com a IFB Fertilizantes. O projeto foi iniciado com a finalidade de resolver um passivo ambiental, reutilizando os resíduos fisiológicos dos animais confinados na propriedade em Goiás. Após 16 anos de utilização nas próprias lavouras – do total de 12 mil hectares da fazenda, 8.765 hectares são utilizados, por meio de processos de integração lavoura e pecuária para produção de pastagens, soja, milho e silagem – e muitos investimentos, a Conforto passa a oferecer o biofertilizante com a sua marca a agricultores. “A Conforto é reconhecida pela alta produtividade e os cuidados na alimentação balanceada tanto a pasto quanto no confinamento. Tudo gera uma matéria orgânica de altíssima qualidade. O esterco é captado em solo cimento, livre de contaminação e com rigoroso acompanhamento de forma minuciosa por profissionais treinados com mais de 10 anos de experiência. O inoculante adicionado à compostagem é produzido e controlado em laboratório de última geração. Tudo isso faz com que tenhamos um produto sustentável, produzido a partir da melhor matéria-prima e muito eficiente”, explica o CEO da Fazenda, Conforto, Sergio Pellizzer.

O BioFertilizante Conforto (Micro e MicroFos) agrega fósforo associado a microorganismos e material orgânico, realizando a liberação gradual dos nutrientes, que favorece a absorção pelas plantas, o que resulta em alto rendimento na nutrição vegetal em todo o seu ciclo. Isso aumenta o desenvolvimento do sistema radicular, contribui para o desenvolvimento da microbiota do solo, garantindo qualidade, homogeneidade e segurança na utilização.

“A produção sustentável faz parte da história da Fazenda Conforto e é um dos nossos pilares, reconhecido por todos os nossos stakeholders. Um dos reconhecimentos mais recentes ocorreu no final de 2023, quando recebemos o prêmio de fazenda mais sustentável do Brasil na categoria pecuária de grande porte, pelo Planeta Campo, do Canal Rural. Nos últimos dois anos, investimos cerca de R$ 40 milhões em sustentabilidade e recentemente recebemos um recurso de US$ 5 milhões do AGRI3 Fund para dar continuidade nesses investimentos. O biofertilizante é parte dessa estratégia. Usamos o produto, que é de altíssima qualidade, há 16 anos em nossa lavoura e agora passamos a disponibilizar essa solução ao mercado”, destaca Sergio Pellizzer, mencionando o aporte recebido do AGRI3, fundo iniciado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) e pelo Rabobank, em parceria com A Iniciativa de Comércio Sustentável (IDH) e apoiado pelo FMO, banco holandês de desenvolvimento empresarial, que mobiliza capital público e privado em escala com o objetivo mitigar as mudanças climáticas e auxiliar na transição para uma agricultura mais sustentável.

“Isso demonstra o nosso compromisso com o tema e não seria diferente pensando em nossas relações com o mercado. Nosso objetivo é fomentar o crescimento da utilização da adubação orgânica que, além de todos os benefícios para o solo, planta, meio ambiente e saúde financeira do parceiro, fomenta a produção nacional do segmento e o crescimento regional, reduzindo a dependência de fontes externas. Como exemplo, os EUA, um grande player no mercado mundial de commodities agropecuárias, já utiliza fontes orgânicas em mais de 50% de suas adubações”, ressalta Pellizzer.

Potencial de crescimento

Atualmente cerca de 23% do montante de resíduos gerados pelos animais na propriedade é utilizado para a produção do biofertilizante, resultando em uma capacidade de produção de 170 mil toneladas por ano, com potencial para expandir mais a cada ano. “Utilizamos em nossas lavouras cerca de 30 mil toneladas e 140 mil toneladas serão direcionadas para a comercialização”, conta o CEO da empresa.

O biofertilizante da Conforto já vinha sendo comercializado com agricultores da região na modalidade de barter, recebendo em troca milho para uso na fazenda. Essa modalidade de venda vai continuar como uma opção, junto com o modelo de venda direta. “Somos o nosso primeiro cliente e pregamos um negócio ‘de produtor para produtor’. Nossa venda é consultiva, sempre pensando em garantir a máxima performance do biofertilizante”, salienta o empresário.

“Nossa expectativa é crescer de forma orgânica e sustentável. Hoje temos capacidade para atender 180 mil hectares por safra, em doses médias de fornecimento de fósforo, não deixando de lado o grande incremento de matéria orgânica e micronutrientes, para culturas de soja e milho. Nesse cenário, o segmento de biofertilizantes representaria cerca de 5% do nosso faturamento. Estamos convictos de que, no médio prazo, nos consolidaremos no mercado regional do Vale do Araguaia, com 15% de market share, que hoje é ocupado pelo adubo químico. Nossos planos são de que, no longo prazo, aumentaremos essa participação para 25%, sendo reconhecidos também no varejo para uso doméstico. É um projeto em andamento e estamos investindo para que possamos chegar às casas das pessoas com um produto de extrema qualidade, livre de odor ou chorume”, revela o CEO da Fazenda Conforto.

Mais informações sobre o Biofertilizante Conforto podem ser obtidas pelo site www.biofertilizanteconforto.com.br ou comercial@biofertilizantesconforto.com.br

Sobre a Fazenda Conforto

Nasceu em 1996 com atividades de recria e engorda de bois. Na busca por uma alta performance no negócio, no ano de 2006, com o crescimento da demanda, deu início ao sistema de confinamento da Fazenda Conforto.

O novo sistema aumentou a produtividade da empresa, que estabeleceu uma relação comercial de integração sustentável entre indústria, confinamento e parceiros. Com o foco na gestão, investe constante em tecnologias avançadas, que trazem desenvolvimento e crescimento para a empresa.

Hoje é referência na gestão do agronegócio brasileiro e seu crescimento e reconhecimentos são resultados de um trabalho transparente, que respeita o meio ambiente, colaboradores, parceiros, fornecedores e clientes.

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Cafés especiais: Atilla Torradores oferece curso de torra

CAFÉS ESPECIAIS - ATILLA TORRADORES OFERECE CURSO DE TORRA

Os alunos farão várias sessões de torra e poderão comandar os torradores

O Curso de Torra de Cafés Especiais acontecerá na sede da Atilla Torradores, nos dias 31 de janeiro (sábado) e 1 de fevereiro (domingo), em Belo Horizonte (MG), das 8h30 às 17h30, com uma hora intervalo.

Na Atilla Academy, o aluno aprenderá de forma intensiva o manejo dos torradores, com mentoria especializada e dinâmica pensada em otimizar a aprendizagem. As inscrições podem ser feitas através do Instagram @torradoratilla. As aulas serão ministradas pelo professor Gabriel Heinerici, que é Mestre de Torra e Coorganizador de campeonatos de torra.

A prática tem ganhado cada vez mais destaque no universo dos cafés especiais. É nesta etapa que se realça as melhores características do grão. Se mal conduzida, destrói o que poderia ser uma deliciosa bebida.

Torrar cafés especiais exige conhecimento não só do equipamento e das características do grão, mas, também, das reações químicas e físicas que ocorrem em cada fase do processo.

“O curso acontece desde 2019 e esses anos de experiência nos fizeram chegar no formato que julgamos ser o melhor no aproveitamento dos alunos. Logo após a inscrição, a pessoa tem acesso ao conteúdo em videoaulas, que vai prepará-la para a etapa presencial, e pode ser assistido quantas vezes quiser a fim de fixar termos técnicos e entender a teoria. Ou seja, iniciantes no mundo do café, que ainda não possuem vivência com a torra, estarão aptos a fazer as aulas práticas assim como os alunos experientes. Outro diferencial da formação é a realização da etapa prática em uma fábrica de torradores, onde existe a disponibilidade de vários equipamentos do mesmo modelo e capacidade. Assim, os estudantes não precisam esperar as torras dos colegas para fazerem as suas, todos torram simultaneamente. No final de cada sessão, todos provam na sala de cupping. Há muita prática e troca de experiência, que nos rendem feedbacks bastante positivos”, destaca Séfora de Paula, Diretora de Marketing da Atilla Torradores.

Serviço – Curso de Torra
Data: 31/01 (sábado) e 01/02 (domingo)
Horário: 8h30 às 17h30, com uma hora de intervalo
Local: Atilla Lab – Av. Heráclito Mourão de Miranda, 1587, Belo Horizonte, MG

Inscrições pelo Instagram @torradoratilla.

Entre em contato pelo direct, pelo link da bio ou com Séfora de Paula: (31) 9 9068-2715

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PI AgSciences e GDK trazem inovação e sustentabilidade para Mato Grosso do Sul

Imagem: divulgação

Em 14 de janeiro, a cidade de Caarapó em Mato Grosso do Sul, recebe o 1º Dia de Campo da GDK Insumos Agrícolas com participação especial da PI AgSciences (que incorporou a Plant Health Care, PHC). Todos os produtores da região terão acesso às inovadoras tecnologias que vêm transformando a agricultura, impactando o manejo dos cultivos com respeito ao solo e ao meio ambiente, entregando proteção de plantas e bioestimulação para gerar safras mais produtivas, com mais qualidade e rentabilidade. 

Durante o evento na fazenda Santo Antonio haverá grande troca de conhecimento e conexões em torno dos desafios do cultivo da soja e do milho e as melhores soluções para o seu desenvolvimento. Em destaque o manejo de nematoides, cada vez mais presente no solo dos cultivos da região, será discutido em palestra da Dra. Andressa Brida, pesquisadora da Fundação Mato Grosso.

Para o melhor controle de nematoides, a PI AgSciences vai apresentar os benefícios do tratamento de sementes com TEIKKO™. Nematicida bioquímico sustentável à base de peptídeos para tratamento de semente, ele reduz o ataque de nematoides. Trará também o SAORI®, único fungicida registrado em tratamento de sementes com efeito sobre doenças foliares da soja, e o bioativador HPLANT® decisivo para o alcance da melhor produtividade. Estimula o sistema de defesa da planta para que o cultivo seja mais resiliente às condições adversas de clima, expressando todo o seu potencial com ganhos elevados de produtividade.

“É o início de uma importante parceria que cumpre a missão de duas empresas comprometidas em oferecer, aos produtores da região sul do estado, o que há de melhor em inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável da soja e do milho”, frisa Jean Schiavi, responsável comercial técnico para a região de Mato Grosso do Sul, que vai apresentar os resultados a campo das tecnologias PI AgSciences durante o 1º Dia de Campo GDK.

1º Dia de Campo GDK

Data: 14 de janeiro    Horário: a partir de 8h30

Local: Fazenda Santo Antonio – Grupo Guedin – Caarapó, MS

Realização / Organização: GDK

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China endurece regras para carne bovina: cotas e sobretaxa de 55% acendem alerta para o agro e para o caixa das empresas

Imagem: Freepik

Medida de salvaguarda entra em vigor em 1º de janeiro de 2026 e pode pressionar margens, logística e planejamento financeiro de frigoríficos e produtores; setor avalia efeitos e estratégias de mitigação

A China passou a aplicar, desde 1º de janeiro de 2026, um novo regime de salvaguarda para importações de carne bovina, com cotas por fornecedor e sobretaxa adicional de 55% para volumes que excederem os limites estabelecidos — medida que se soma à alíquota já existente sobre o produto.  A decisão afeta grandes exportadores, como Brasil, Austrália e Estados Unidos, e deve reorganizar o fluxo comercial do setor ao longo de 2026. 

Embora o governo brasileiro tenha sinalizado que o cenário não seria “preocupante” e que o país estaria preparado para enfrentar a nova conjuntura, o mercado busca respostas objetivas sobre impacto em preços, cronograma de embarques e efeitos no caixa das cadeias de produção e industrialização.  Um ponto sensível é a incerteza sobre como a China contabilizará cargas em trânsito e volumes já posicionados em portos chineses no início da vigência do regime, o que pode reduzir, na prática, o espaço da cota anual disponível para novos embarques. 

Dados públicos indicam a relevância do mercado chinês para a carne brasileira: em 2025, a China respondeu por cerca de 53% das exportações brasileiras de carne bovina, com receita aproximada de US$ 8,8 bilhões.  Na mesma linha, informações reportadas sobre o volume exportado pelo Brasil para a China em 2025 e o limite de cota para 2026 reforçam o risco de parte relevante da oferta ser alcançada pela sobretaxa ao longo do ano, dependendo da dinâmica de embarques e do consumo interno chinês. 

Não é um “embargo total”, mas o efeito pode ser equivalente para empresas alavancadas
Especialistas do setor pontuam que a medida não configura um embargo amplo e automático à carne brasileira, e sim um mecanismo de salvaguarda (cotas + sobretaxa) desenhado para desestimular volumes acima de limites predefinidos. Ainda assim, em cadeias com margens comprimidas e alto custo financeiro, qualquer elevação abrupta de tarifa, mudança de roteamento logístico ou renegociação comercial pode gerar estresse de caixa, sobretudo em operações com estoques elevados, contratos atrelados a prazos de liquidação curtos e necessidade de capital de giro intensiva.

Além da regra geral, entidades setoriais têm alertado para volumes que podem ser afetados pela interpretação chinesa sobre cargas em trânsito, com risco de parte desses lotes ser descontada da cota de 2026 — o que impactaria diretamente o planejamento de exportadores. 

Risco financeiro: revisão de contratos, covenants e estratégia de dívida
Com a mudança regulatória, empresas expostas ao mercado chinês tendem a revisar com maior rigor: (i) contratos de fornecimento e cláusulas de repasse de custo; (ii) prazos e garantias em linhas de capital de giro; (iii) covenants e gatilhos de vencimento antecipado; e (iv) estrutura de proteção de margem, para evitar que uma oscilação comercial se transforme em crise de solvência.

Para o advogado empresarial Eliseu Silveira, o momento exige postura preventiva e pragmática:
“Medidas comerciais como cotas e sobretaxas não atingem só o preço — elas atingem o fluxo de caixa. Quando a empresa está alavancada, um choque de margem e de prazo pode virar inadimplência em cadeia. O caminho é antecipar o diagnóstico financeiro, renegociar obrigações com transparência e, se necessário, estruturar uma reestruturação de dívida com governança, garantias e um plano realista de geração de caixa.” 

Entre as medidas imediatas observadas no mercado, estão: replanejamento de embarques para otimizar uso de cota; diversificação de destinos; revisão de política de crédito e estoque; e abertura de mesas de negociação com credores e fornecedores para alongamento de prazos e redução de volatilidade financeira — especialmente para grupos com grande dependência de exportação ao mercado chinês.

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