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Mais do que nunca, produtor precisa economizar nas operações
Referência em tecnologia agrícola, a FertiSystem reforça sua excelência em dosadores de adubo e outras soluções para plantio durante a Tecnoshow Comigo 2024, que acontece de 8 a 12 de abril em Rio Verde-GO
A instabilidade do mercado, altos preços de insumos, alterações climáticas e a baixa disponibilidade de oferta de crédito para investimentos, tem permeado a vida do produtor rural brasileiro. Por isso, mais do que nunca, economizar e ter maior assertividade nas operações para as safras é essencial para a sustentabilidade dos negócios. Para ajudar a classe produtora com este desafio, a FertiSystem, empresa referência em dosadores e tecnologias para o plantio, leva à Tecnoshow Comigo, de 8 a 12 de abril, em Rio Verde-GO, um portfólio tecnológico para atender às demandas específicas da região.
Com mais de duas décadas de experiência, a companhia solidificou-se como líder do setor, destacando-se pela simplicidade e eficácia de suas soluções. Um dos principais atrativos em destaque neste evento é a tecnologia revolucionária para o controle preciso de dosagem de adubo, conhecido como TXF MB.
O TXF MB se destaca das tecnologias que hoje existem no mercado, principalmente por ser um sistema de acionamento elétrico para Taxa Fixa controlado por smartphone ou tablet. Este, aciona dosadores de fertilizantes ou sementes através de um motor elétrico robusto, podendo ser utilizado em adubadoras, semeadoras, cultivadores ou sulcadores. Essa integração proporciona um controle preciso das linhas de adubação, simplificando a calibração e os ajustes de dosagem. Como resultado, torna-se uma operação mais ágil e eficiente, permitindo ajustes em tempo real sem a necessidade de interromper a máquina, o que impulsiona significativamente a velocidade e a precisão do processo.
“Melhorar o controle de dosagem através do aplicativo é fornecer facilidade nos processos para o produtor. O que normalmente levaria uma hora, pode ser concluído em apenas três minutos, aumentando significativamente a qualidade e eficiência do trabalho”, explica Rafael Luche, gerente de negócios da empresa.
Durante o evento, a FertiSystem também apresentará outras soluções inovadoras, como o dosador de adubo Auto-Lub AP NG. Comprovando sua eficácia e confiabilidade, esta tecnologia já registrou a impressionante marca de mais de 1,5 milhão de unidades vendidas.
“Este número expressivo é um testemunho incontestável da qualidade e da confiança depositada em nossas ferramentas pelos agricultores e profissionais do setor agrícola”, afirma o executivo.
Feira estratégica
Na ocasião, a FertiSystem também reforçará o compromisso em fornecer produtos confiáveis, incluindo a venda consultiva e customizada. “Estamos comprometidos em oferecer não apenas produtos de alta qualidade, mas também o suporte técnico especializado e soluções personalizadas que atendam às necessidades individuais de cada agricultor”, ressalta o profissional.
A Tecnoshow Comigo, organizada anualmente pela Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano, é reconhecida por sua contribuição para o desenvolvimento do setor agrícola, oferecendo uma ampla gama de tecnologias e oportunidades de negócios para os produtores. Com uma extensa vitrine de máquinas e equipamentos agropecuários, palestras técnicas e dinâmicas de máquinas, a feira é uma oportunidade imperdível para os agricultores se atualizarem sobre as últimas inovações do mercado.
“Convidamos a todos que passarem pela feira para visitarem nosso estande e assim entender melhor sobre todas as soluções que oferecemos e como podemos ajudar cada um deles a melhorar a eficiência em sua produção e nas fazendas”, completa Luche.
Mais informações – FertiSystem na Tecnoshow Comigo
Local: Rio Verde – GO
Data: 8 a 12 de abril de 2024
Destaque
PI AgSciences traz inovação e sustentabilidade para a Exposoja 2026
Nos dias 14 e 15 de janeiro, a cidade de Taquarivaí, no interior de São Paulo, recebe a ExpoSoja 2026 que este ano vai trazer toda a inovação das tecnologias PI AgSciences (que incorporou a Plant Health Care, PHC). Organizado pela DETEC, consultoria agronômica, o evento propõe dias ricos em conhecimento, tecnologia e conexão com o campo, onde o público poderá conhecer os desafios e as melhores soluções para o desenvolvimento da soja.
Contará com a presença inedita das tecnologias sustentáveis, da PI AgSciences, que vêm transformando a agricultura, impactando o manejo dos cultivos com respeito ao solo e ao meio ambiente, entregando proteção de plantas e bioestimulação para gerar safras mais produtivas, com mais qualidade e rentabilidade.
“A transformação da sua lavoura começa aqui, venha conhecer em campo toda a entrega de produtividade que nossas soluções TEIKKO™, SAORI® e HPLANT® vem trazendo para o cultivo da soja”, convida João Vitor Bruner, responsável comercial técnico para a região, pronto a apresentar os resultados em campo obtidos com as tecnologias PI AgSciences durante o circuito da Exposoja 2026.
Nematicida bioquímico sustentável à base de peptídeos para tratamento de semente, o TEIKKO™ reduz o ataque de nematoides; enquanto o SAORI® é o único fungicida registrado em tratamento de sementes com efeito sobre doenças foliares da soja. Já o bioativador HPLANT® é decisivo para o alcance da melhor produtividade. Estimula o sistema de defesa da planta para que o cultivo seja mais resiliente às condições adversas, expressando todo o seu potencial com ganhos elevados de produtividade.
EXPO SOJA 2026
Data: 14 e 15 de janeiro
Horário: das 8h30 às 16h
Local: Sede Cerrado de Cima Sementes – Taquarivaí/SP
Realização / Organização: DETEC
Destaque
XII Expedição Gape é conhecimento a céu aberto, com a PI AgSciences na estrada
Neste 12 de janeiro, será dada a largada para a XII Expedição GAPE, Grupo de Apoio à Pesquisa e Extensão, este ano junto com a PI AgSciences (que incorporou a Plant Health Care, PHC). Organizada pelo departamento de Ciência do Solo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, a Expedição levará alunos de graduação em Engenharia Agronômica para vivenciar um tour de duas semanas, com foco na agricultura irrigada do Sul do Brasil.
Passando por fazendas, consultorias, sementeiras e cooperativas, terão a oportunidade de adquirir farto conhecimento em nutrição de plantas, fertilidade do solo e adubação. Entre as lições, poderão observar o quanto tecnologias sustentáveis, como as da PI AgSciences, vêm transformando a agricultura, impactando o manejo dos cultivos com respeito ao solo e ao meio ambiente, entregando proteção de plantas e bioestimulação para gerar safras mais produtivas, com mais qualidade e rentabilidade.
Idealizado pelo Dr. Godofredo Cesar Vitti, de 12 a 25 de janeiro os alunos serão acompanhados pelos professores doutores, Rafael Otto e Tiago Tezotto, durante cerca de 4.000 km, passando pelos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Observando as principais culturas da região, como soja, feijão, arroz irrigado, fumo e maçã, terão uma verdadeira aula prática e técnica, a céu aberto, alinhada aos desafios e inovações da agricultura regional.
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Quota e seus enigmas
*Por Paulo Bellincanta
A China decidiu estabelecer uma cota anual de importação de carne bovina para seus fornecedores internacionais, incluindo o Brasil, como parte de uma política de proteção aos produtores locais. Pelo modelo anunciado, volumes que ultrapassarem o limite definido estarão sujeitos a uma tarifa adicional de 55%, medida que deverá vigorar por um período inicial de três anos. Trata-se de uma mudança relevante nas regras do comércio internacional de carnes, com impactos diretos sobre os principais exportadores.
Dentro desse novo desenho, o que mais preocupa o setor brasileiro é a forma como a China pretende contabilizar essa cota. As autoridades chinesas deixaram claro que o volume será apurado com base nas entradas efetivas no país a partir de 1º de janeiro de 2026, independentemente de contratos firmados anteriormente, cargas em trânsito ou produtos já embarcados.
Se essa interpretação se confirmar sem qualquer revisão, o Brasil terá de descontar da cota aproximadamente 350 mil toneladas que hoje já estão comprometidas, seja em cargas paradas em portos chineses aguardando desembaraço, em navios em trânsito ou em estoques formados nos portos brasileiros. Na prática, isso reduz de forma significativa o espaço disponível para novas produções ao longo de 2026.
Feitas as contas, restariam cerca de 750 mil toneladas disponíveis para produção destinada ao mercado chinês durante todo o ano. Dividido pelos 12 meses, esse volume se traduz em aproximadamente 62,5 mil toneladas mensais, um patamar totalmente desconectado da realidade atual do setor.
Para efeito de comparação, o Brasil vinha exportando, nos últimos meses, volumes superiores a 160 mil toneladas mensais para a China. A discrepância entre esses números evidencia, por si só, a urgência de uma ação diplomática coordenada, baseada em diálogo direto entre governos, para buscar um entendimento que leve em consideração os fluxos comerciais já estabelecidos.
O impacto dessa restrição é difícil de dimensionar com precisão, mas certamente será profundo. Considerando uma projeção anual próxima de 1,7 milhão de toneladas, a redução potencial, que inicialmente se estimava em torno de 35%, torna-se extraordinariamente preocupante quando aplicadas as novas regras de contabilização.
A pecuária brasileira avançou de forma consistente nos últimos anos, com investimentos expressivos em genética, manejo, processos produtivos e ganhos de eficiência. A indústria, por sua vez, modernizou plantas, ampliou capacidade e se estruturou para atender uma demanda crescente e estável. Uma mudança abrupta dessa magnitude obriga toda a cadeia a revisar expectativas, projeções e investimentos, tanto no curto quanto no médio prazo.
Não há culpados evidentes nem soluções simples. O único caminho possível é o diálogo institucional com as autoridades chinesas, em busca de um entendimento equilibrado, construído de governo para governo.
É preciso reconhecer que o governo brasileiro tem feito sua parte na ampliação e diversificação de mercados, com um trabalho consistente conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e pelo ministro Carlos Fávaro. Ainda assim, é fundamental ter clareza: os novos mercados não possuem, ao menos por ora, o mesmo potencial de absorção do mercado chinês e, além disso, já contam com fornecedores consolidados, o que demanda tempo e estratégia para sua efetiva ocupação.
Enquanto isso, a eventual redução de volumes incide sobre o setor com rapidez extrema, como uma guilhotina afiada. Não se trata do fim da atividade, mas de mais um momento em que será necessário acomodar-se, adaptar-se e reinventar-se.
Os volumes excedentes são grandes demais para uma absorção imediata. O desafio está posto e a solução não virá de uma lâmpada mágica esquecida em alguma caverna, mas de negociação, realismo e construção conjunta.
*Paulo Bellicanta é presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo)
