Destaque
Empresa inova e lança lonas de proteção para operações agrícolas, ideais para proteger máquinas e grãos
Para garantir qualidade, as lonas desenvolvidas pela Multibelt acompanham a operação onde for preciso: no plantio, adubação, transporte ou colheita
No campo, cada etapa da produção exige soluções específicas para garantir eficiência e reduzir perdas. Do plantio ao transporte, passando pela adubação e pela colheita, a proteção de grãos, máquinas e insumos é fundamental para preservar os resultados do produtor.
Coberturas adequadas podem aumentar o rendimento comercializável em 15% a 30%, especialmente em culturas de alto valor sensível a condições ambientais. Lonas protegidas contra UV podem reduzir dano por radiação solar em até 40% preservando a aparência, valor nutricional e vida útil de produtos agrícolas, segundo o portal especializado Sendow Tarpaulin.
Com a missão de oferecer soluções que unam praticidade e segurança ao produtor, a Multibelt desenvolveu ao mercado a linha de lonas de proteção, especialmente para operações agrícolas. O produto é resultado de pesquisa e inovação, garantindo alto desempenho em diferentes etapas do trabalho no campo da semeadura à colheita, passando pelo transporte e armazenamento de grãos.
Segundo o CEO da Multibelt, Jurandir Barrozo, a proposta é atender a uma demanda crescente do agronegócio por soluções que unam inovação, sustentabilidade e custo-benefício. “Acreditamos que cada detalhe faz diferença na rotina do produtor rural. Por isso, nossas lonas foram desenvolvidas para acompanhar as etapas da operação, oferecendo proteção ideal em qualquer cenário”, frisou Jurandir.
Pensadas para atender às exigências do campo, as soluções oferecem durabilidade e praticidade, com tecidos reforçados, ajuste sob medida e resistência a sol, chuva e desgaste.
Abaixo, confira as soluções em lonas criadas para atender às diversas etapas da rotina agrícola:
- Lona para plataforma de colheita (Multiproteção): serve para proteger seus componentes: plásticos, metálicos ou mesmo as esteiras drapers, durante o período de entressafra, quando a plataforma não está em uso.
- Lona para caixa de adubo: garante a qualidade do adubo e protege o equipamento durante toda a operação.
- Lona para pipoqueira e para caixa de semente: solução ideal para preservar as sementes e garantir o desempenho da semeadura durante o plantio. Assim, o produtor não é pego de surpresa por uma chuva repentina nem precisa correr para cobrir a plataforma, ela já estará protegida.
- Lona para tanque graneleiro: reduz perdas e mantém a qualidade da colheita até a chegada no armazém.
Com atuação consolidada no setor agroindustrial, a Multibelt reforça seu compromisso em criar produtos que facilitem o dia a dia no campo.
Destaque
Conflito no Oriente Médio pressiona custos do agronegócio, aponta estudo apresentado na Expodireto
Destaque
Sugestão de pauta: Guerra e instabilidade internacional reacendem debate sobre segurança alimentar
Escalada de tensões geopolíticas e preocupação com oferta de alimentos reforça o papel do Brasil na produção agrícola
A escalada de tensões geopolíticas em diferentes regiões do mundo recolocou um tema sensível no centro das discussões internacionais: a segurança alimentar. Conflitos armados costumam impactar diretamente cadeias estratégicas como energia, fertilizantes e logística marítima, três pilares fundamentais para a produção agrícola global.
Nos últimos dias, a volatilidade nos mercados de commodities voltou a crescer. A elevação do petróleo pressiona custos logísticos e de produção, enquanto incertezas sobre rotas comerciais e oferta de insumos agrícolas aumentam a preocupação sobre a próxima safra em diversos países.
Historicamente, momentos de instabilidade geopolítica aceleram movimentos de proteção alimentar. Governos passam a monitorar estoques com mais atenção e produtores enfrentam um ambiente de maior imprevisibilidade de custos.
Nesse cenário, a capacidade de produzir alimentos com eficiência passa a ter peso ainda maior no equilíbrio do sistema global. O Brasil, que já ocupa posição central no abastecimento de grãos e proteínas, tende a ganhar ainda mais relevância estratégica.
A manutenção dessa posição, no entanto, depende cada vez mais de ganhos de produtividade e de tecnologias capazes de reduzir riscos produtivos no campo. “Em um ambiente internacional mais instável, aumentar a eficiência da produção agrícola deixa de ser apenas uma vantagem competitiva e passa a ser um fator estratégico. Soluções que ajudam a planta a lidar melhor com estresse climático e otimizar o uso de recursos contribuem diretamente para a estabilidade da produção”, afirma Loremberg de Moraes diretor da Hydroplan-EB, empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento de tecnologias para o manejo agrícola.
Especialistas apontam que o avanço de ferramentas voltadas ao desempenho fisiológico das plantas, ao melhor aproveitamento de água e à maior absorção de nutrientes deve ganhar ainda mais espaço nos próximos ciclos agrícolas.
À medida que o mundo enfrenta desafios simultâneos envolvendo clima, logística e geopolítica, a produtividade agrícola se consolida como um dos principais pilares da segurança alimentar global.
Destaque
Pedidos de recuperação judicial no Brasil batem recorde em 2025 e acendem alerta para empresas e agronegócio
Juros elevados, restrição de crédito e aumento dos custos pressionam empresas e impulsionam crescimento dos processos de reorganização financeira
O número de empresas em recuperação judicial no Brasil atingiu um recorde histórico em 2025, refletindo o aumento das dificuldades financeiras enfrentadas por diferentes setores da economia. Dados do Monitor de Recuperação Judicial da consultoria RGF apontam que o país encerrou o ano com 5.680 empresas em processo de recuperação judicial, o maior patamar já registrado. O volume representa um crescimento de 24,3% em relação a 2024, quando havia 4.568 companhias nessa condição. 
O avanço consolida uma tendência de alta observada nos últimos anos e indica um ambiente econômico mais pressionado para empresas brasileiras. Segundo especialistas, fatores como juros elevados, crédito mais restrito e aumento dos custos operacionais têm comprimido margens e dificultado a manutenção do fluxo de caixa das companhias. 
Entre os setores mais impactados está o agronegócio. De acordo com o levantamento da RGF, a agropecuária apresenta hoje a maior proporção de empresas em recuperação judicial, com um índice de 13,53 empresas em RJ para cada mil em atividade — patamar significativamente superior à média nacional. 
Especialistas apontam que esse crescimento está relacionado a uma combinação de fatores econômicos recentes. O aumento do custo do crédito, aliado à volatilidade de preços e à elevação de despesas com insumos, tem pressionado produtores rurais e empresas da cadeia agroindustrial, levando parte delas a buscar mecanismos legais para reorganizar dívidas e preservar suas atividades.
Para o advogado Eliseu Silveira, especialista em recuperação judicial e reestruturação empresarial, os números revelam não apenas um momento de dificuldade econômica, mas também uma mudança na forma como empresas utilizam o instrumento jurídico.
“Quando observamos um crescimento tão expressivo nos pedidos de recuperação judicial, o que aparece nos números é o reflexo de um ciclo econômico mais restritivo. Juros elevados encarecem o capital de giro e dificultam o alongamento das dívidas, especialmente para empresas que dependem de financiamento para sustentar suas operações”, afirma.
Segundo Silveira, o agronegócio também passou a sentir de forma mais intensa esse cenário nos últimos anos. “O setor viveu um período de forte expansão financiada por crédito. Quando o custo do dinheiro sobe e as margens diminuem, muitos produtores e empresas acabam recorrendo à recuperação judicial como instrumento para reorganizar passivos e preservar a atividade produtiva”, explica.
O especialista ressalta que o aumento das recuperações judiciais deve ser interpretado como um termômetro do ambiente econômico. “A recuperação judicial não é necessariamente o sinal de que a empresa chegou ao fim. Quando bem estruturada, ela funciona como um mecanismo de reorganização financeira, permitindo renegociar dívidas, preservar empregos e manter operações viáveis. O problema é quando o processo começa tarde demais, quando a estrutura financeira já está extremamente comprometida”, avalia.
A tendência, segundo analistas do mercado, é que o número de empresas em recuperação judicial continue elevado enquanto o ambiente de crédito permanecer restritivo e o custo do capital continuar alto. Nesse cenário, setores intensivos em financiamento — como agronegócio, indústria e construção — tendem a permanecer entre os mais expostos ao aumento da pressão financeira.
